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Rádios e Parceiros

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Um agricultor morreu na manhã deste domingo (19), após ser atropelado na rodovia PE-218, no município de Brejão, no Agreste de Pernambuco.

De acordo com a polícia, a vítima Luiz Batista da Silva, de 59 anos, estava empurrando uma bicicleta quando resolveu atravessar a pista e foi atropelado por um veículo Hilux, Luiz chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Regional Dom Moura, acabou não resistindo e veio a óbito. O condutor do veículo compareceu a delegacia, prestou depoimento e disse que não teve como evitar o atropelamento, após ser ouvido ele foi liberado.

O corpo da vítima foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru.

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Dois elementos armados tomaram de assalto uma motocicleta na noite desta quarta-feira (15), no Sítio Lagoa do Arroz, na zona rural do município de Brejão, no Agreste de Pernambuco.

A vítima que tem 32 anos, informou a PM que chegava a casa do pai quando foi abordado pelos assaltantes que estavam armados, após anunciarem o assalto eles fugiram levando a moto Honda CG-150, na cor vermelha, placa PGS-2851. A PM disse que realizou diligências, não conseguiu recuperar a moto e orientou a  vítima a procurar a delegacia e registrar um Boletim de Ocorrência.

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

O que é que a baiana tem? Que é que a baiana tem? Tem torço de seda, tem! Tem brincos de ouro, tem! Corrente de ouro, tem! Tem pano-da-Costa, tem! Tem bata rendada, tem! Tem pulseira, saia engomada, sandália enfeitada! Tem graça como ninguém! Como ela requebra bem! Quando você se requebrar, caia por cima de mim, caia por cima de mim, caia por cima de mim!

O que é que em presídio tem? Que é que em presídio tem? Celular à vontade, tem! Tem facas e outras armas, tem! Contato forte os presos, tem! Mulheres pra orgia, tem! Drogas, cachaça e tudo mais, tem! Degolam como ninguém! Autoridade do Estado é que não tem! Quando vc’s se rebelarem, caiam bem longe daqui, caiam bem longe daqui, caiam bem longe daqui! — Brasília!

Uma paródia. E não havia melhor meio de iniciar este artigo. A coisa em nossos presídios anda de uma maneira tamanha esculachada que assim tinha de ser: parodiando. De um lado, a canção de Dorival Caymmi e cantada por Carmen Miranda. Qualifica a baiana e retrata a boa terra: um estado cheio de graça e festivo — a Bahia. Do outro, retrato de uma terra com leis próprias e o Estado, à moda romana, como espectador de lutas e carnificinas anunciadas. Pedrinhas. Curado. Anísio Jobim. Alcaçuz. Bom Pastor e todos os outros. “Tá dominado, tá tudo dominado”, como diz o funkeiro Sd Boys. Tá e faz tempo. Colapso de um sistema concebido no propósito de reinserir o preso ao convívio da sociedade. Efeito adverso foi o que produziu. Na contramão da Teoria Mista da Pena, o nosso mal justo excede e muito o mal injusto (do preso). Prevenção/ressocialização? Piadas. Pior: criou-se um quadro com influência direta na criminalidade que a tudo controla. Não por menos que o PCC foi germinado nesse caos patrocinado pelo Estado. Surgiu devido à indignação dos detentos com a resignação da sociedade e um descaso conveniente do poder público. Diz alguma coisa, uma autoridade declarar publicamente que fala com presos pelo celular, claro acinte à Lei? Essa suposta ausência do poder público fez presente o poder paralelo/de fato do crime organizado. Uma relação simbiótica. Nesse contexto, as rebeliões significam o rompimento desse acordo tácito. Nova costura.

Educação.  — Se os homens cometem crimes é que são ignorantes. O melhor remédio para o crime é a educação, dizia Sócrates. Angariou a antipatia da corja política. Nesse diapasão (visão socrática), pesquisa revela que investimento em educação reduz a criminalidade. A cada 1% investido na educação corresponde à redução de 0,1% no índice de criminalidade. É a escola como instrumento na redução da violência, ainda mais quando se compara custo preso/por custo aluno. “Um preso custa ao Brasil R$ 2,4 mil por mês, e um estudante do ensino médio custa R$ 2,2 mil por ano. Alguma coisa está errada na nossa Pátria amada”, indignou-se a Presidente do STF, Min. Cármen Lúcia. Ainda lembrou o antropólogo Darcy Ribeiro, dizendo que a falta de dinheiro para construção de presídios (hoje) está estreitamente ligada à falta de investimento em educação que não se fez no passado. Durante uma conferência (1982), Darcy Ribeiro disse que “se os governadores não construíssem escolas, em 20 anos faltaria dinheiro para construção de presídios”. Na mosca! Assistência educacional (ignorada) é um dentre os direitos dos reclusos consoante a Lei de Execução Penal. Tirá-lo-ia da ociosidade sobremodo facilitando seu acesso ao mercado de trabalho aqui fora. Ainda teria enorme reflexo nessa vergonhosa taxa de quase 80% da reincidência criminal. Uma das piores do mundo. Como 66% da população presidiária não concluiu o ensino fundamental, e apenas 10% estuda, sem falar que “Brasil, Pátria Educadora” não passou de slogan de uma Sem Miolo que tardiamente se foi, o quadro futuro é então sombrio: presídios e mais presídios.

Novo animal da criminologia. — O mundo tem o crime organizado. O Brasil tem o crime institucionalizado. “É a deliquência governamental” nas palavras de Celso de Mello. Políticos criminosos incrustados nas esferas do poder —, é o que diz o delegado federal aposentado Jorge Barbosa Pontes, formado pela academia do FBI. Citou Lula como o mais ilustre desses animais. Cinco vezes réu e mais uma centena de indiciamentos. Não deixa de ser interessante analisar essa dicotomia do crime: organizado e institucionalizado. O país inteiro ao sabor de quadrilhas, as mais perversas atreladas às suas entranhas. Massa carcerária. Confronto de facções pelo controle do tráfico. Rebeliões. Calma! Há um Plano Nacional de Segurança Pública. Plano e não cartas de intenção. Governo proativo é isso. Plano da Educação. Da Saúde. Do emprego. Planos nossos de cada dia. Por que a preocupação com o dia seguinte? “Não vos inquieteis com o dia de amanhã. Basta ao dia o seu próprio mal”, Mateus, ou é Lucas? Sarcasmo, “refúgio da alma de um povo modesto e casto” segundo Dostoyevsky. “Problema do sistema prisional é a corrupção”, disse o careca da Justiça se referindo a entrada de celulares e armas e drogas. Até pensei que falava daquela generalizada e intrínseca ao seu partido (PMDB), ao PSDB, congêneres e, mais ainda, ao PT. Não! A corrupção é coisa de gente pequena. De quem é essa, agora escancarada, que, de tão insólita, inesperada, incomum, parece coisa do surrealismo? Essa provocadora do caos não somente na Segurança, mas na Saúde, na Educação? Enquanto o crime organizado arrecada R$ 380 milhões por ano, a corrupção desvia R$ 200 bi. Que humilhação!

PCC, CV, FDN: nem tanto. PT, PMDB, PSDB e P’s da vida: as verdadeiras organizações faccionais. Ainda bem que anda em curso um Plano Nacional de Salvação: a Lava-Jato. Rezemos/roguemos por ela.

José Maria

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sábado, 11 de fevereiro de 2017

Policiais Civis da delegacia de Brejão (154 C. Policial) deram cumprimento a mais um Mandado de Prisão, este agora expedido em desfavor de José Carlos Nunes Lopes, de alcunha Paraíba, 27 anos, morador da Rua do Caiana, centro. De há muito tempo que vem aprontando na cidade: ameaças, agressões e destruindo o patrimônio público e privado. Já fora (inclusive) autuado em flagrante delito. É um contumaz na prática delitiva de lesão corporal, injúria e ameaça, tudo em relação à sua companheira, Maria Aparecida Andrade da Costa, sendo por isso condenado. Ainda responde pelo crime tipificado no artigo 163 do CPB (dano), como vítima o Município de Brejão. Recentemente sofreu mais uma condenação: artigo 329 do CPB, crime de resistência. E, reiteradamente, vem descumprindo as citações da justiça (artigo 330 do Código Penal), razão pela qual o senhor juiz da cidade determinou o seu encarceramento. Sendo-lhe dada voz de prisão na manhã de hoje, a ela não reagiu. Apresentado à Autoridade Policial, foi submetido ao exame de corpo de delito e, em seguida, encaminhado ao CRA de Canhotinho para cumprimento de uma nova pena.

Em tempo: inadvertidamente, alguém chamou a atenção da delegacia de Brejão para que desse cumprimento a mandados de prisão, o que implicaria ganhos em quotas de pluri. A delegacia de Brejão entende que, com ou sem quota, o trabalho deve ser realizado. O Mandado acima foi recebido pela delegacia às 10 horas. Meia hora depois foi devidamente cumprido. Fica a pergunta: então, se não existisse esse famigerado pluri ninguém mais produziria, é isso? E os que não prendem ninguém e o tem (pluri), quem explica esse contrassenso? Outra coisa: tem muita gente tirando pluri em cima do trabalho da PM. Qual o mérito de uma DP encaminhar à Justiça 100 inquéritos mensais, 90 sendo flagrantes dos policiais militares? O compromisso da DP de Brejão — que deve ser de todas as outras — é incondicional. Ganha-se para isso. Ninguém venha dizer a Brejão o caminho do alfabeto. Eu o sei. A delegacia tem compromisso com as metas estabelecidas com o programa Pacto pela Vida. A DP sempre honrou esse compromisso. Prova cabal do que diz pode ser visto pelo ano de 2013, quando ficou em 2º lugar em cumprimento de Mandado em toda a área da 18ª Seccional, perdendo apenas para Jupi. Um detalhe: a população de Jupi é quase duas vezes à de Brejão, de forma que, em números relativos, a DP de Brejão a superou e muito, deixando também comendo poeira cidades como Garanhuns, Bom Conselho, Águas Belas, Lajedo e todas as outras. Brejão prende, prendeu e vai prender, e nem precisa de quotas de pluri para isso, coisa que, gratuitamente, muitos têm sem fazer jus. Tendo Mandado e estando os réus “na área”, a prisão dar-se-á incontinenti, como a supramencionada. Recadinho para os subalternos e usurpadores de função: quem acha que Brejão não prende, que venha ao Fórum e se sente na cadeira do Juiz, passando a expedir, a torto e a direito, mandados de prisão. A delegacia vai agradecer e muito. Os legalmente expedidos (todos), a delegacia já os cumpriu.

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quarta-feira, 08 de fevereiro de 2017

O Governo Municipal de Brejão, enviou no mês de janeiro de 2017  para a Câmara  de Vereadores, o projeto de lei 01/2017, tratando do reajuste e adequação do salário dos servidores municipais efetivos, contratados e comissionados. A medida tem por objetivo cumprir o que determina a legislação federal, e é mais uma iniciativa da Prefeita Beta Cadengue.

No início deste ano, através do decreto nº 8.948 de 16 de dezembro de 2016, o Governo Federal fixou em R$ 937,00 o valor do novo salário mínimo em vigência no país desde o dia 1º de janeiro deste ano.

O projeto já foi aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal, e sancionado pela chefe do executivo, a atualização do novo valor do salário mínimo beneficiará os servidores do município, e  entrará em vigor a partir do próximo pagamento.

“Vamos adotar medidas que possam assegurar o pagamento em dia dos funcionários públicos, são eles que diariamente contribuem para o bom funcionamento dos serviços ofertados a população”, comentou a Prefeita Beta Cadengue.

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sexta-feira, 03 de fevereiro de 2017

A Prefeita Beta Cadengue, vem a público informar que na data de hoje (02/02/2016), atendendo às necessidades e aos pedidos dos servidores efetivos, ativos e inativos, que não tiverem seus salários do mês de dezembro de 2016 pagos pela administração anterior do ex-prefeito Ronaldo Ferreira de Melo, propôs acordo de parcelamento para pagamento dos salários atrasados em 4 parcelas mensais como forma de solucionar o problema dos servidores lesionados, o que teve a concordância da Representação dos Servidores Municipais, da Promotoria de Justiça de Brejão e do Juiz da Comarca de Brejão em ato judicial conciliatório.

Com responsabilidade, honestidade e competência na administração da máquina pública, a prefeita Beta Cadengue iniciou sua administração com o pagamento em dias dos salários dos servidores ativos e inativos no mês de janeiro de 2017, deu andamento à recuperação da frota municipal abandonada que irá servir a educação de Brejão, restabeleceu o programa de abastecimento hídrico, está reformando escolas, hospital e outros bens públicos essenciais ao atendimento da população, e muito mais irá fazer por Brejão.

O pagamento parcelado dos salários em atraso se deu como forma de não comprometer o andamento dos serviços essenciais prestados à população brejoense, bem como para não comprometer as atividades rotineiras da administração, tendo em vista um débito de mais de R$ 4 milhões de reais deixados pela gestão anterior, em evidente prejuízo aos cofres públicos.

Informa ainda, que está reunindo toda documentação pertinente à questões ligadas ao não pagamento dos salários de servidores aposentados e alguns efetivos relativo ao mês de dezembro de 2016, para adoção das medidas judiciais cabíveis, a fim de que todos os responsáveis sejam penalizados, posto que foram pagos alguns salários de cargos comissionados, contratados e fornecedores escolhidos pela gestão anterior.

A prefeita pede desculpas pelos transtornos causados pela administração passada, e reitera o seu compromisso com a população de Brejão, em especial com os servidores municipais.

Brejão- Pernambuco, 02 de Fevereiro de 2017.

Prefeitura Municipal de Brejão.

Governo “Amor por Nossa Gente”

Assessoria de Comunicação – Ascom

 

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sábado, 28 de janeiro de 2017

Em apenas um mês de governo, a prefeita de Brejão, Beta Cadengue(PSB), tem mostrado firmeza e determinação no desempenho de suas funções, enfrentando com maturidade os desafios que a administração pública impõe.  Com o objetivo de atender as demandas do município e reivindicações da população, sempre buscando as parcerias necessárias pra fazer uma boa gestão , a prefeita Beta, juntamente com ex prefeito e atual Gerente da Casa Civil do Governo de Pernambuco, Sandoval Cadengue, cumpriram na última quarta-feira(25)  uma extensa agenda de compromissos na capital pernambucana, participando de duas importantes reuniões.

A chefe do executivo Brejonese, aproveitou sua ida ao Recife, e participou na Sede do IPA(Instituto Agronômico de Pernambuco), de uma importante reunião com o  presidente do órgão, Gabriel Maciel. O contato foi bastante produtivo, servindo para reforçar um dos compromissos do atual governo, que é priorizar as ações voltadas a ampliação e melhoramento do abastecimento de água. “ Temos uma emenda do Deputado Federal Tadeu Alencar, com recursos para perfuração de três poços, e estamos trabalhando na liberação desse recurso” informou a prefeita.

No início da tarde,  a jovem gestora foi recebida pelo Superintendente Estadual da FUNASA(Fundação Nacional de Saúde), José Inácio da Silva. Na ocasião se tratou do abastecimento de água de Brejão, uma obra que foi paralisada por quase quatro anos, ainda na gestão anterior. Um projeto da FUNASA com orçamento de  R$4.924.428,93, contemplado com recursos do PAC do Governo Federal, e que após a sua conclusão  iria beneficiar a Vila de Santa Rita, Vila Ferreira e a cidade de Brejão, ou seja, a solução do problema de abastecimento de água do município.

Agora a nova gestão trabalha para resolver os entraves burocráticos que fizeram com que a obra fosse paralisada, além da falta de interesse do governo passado, e dessa forma dar continuidade a esse grande projeto.

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

A cidade de Garanhuns e algumas da região vem sofrendo com ação de bandidos armados que a todo instante praticam assaltos e furtos a veículos. É de assustar a sequência de roubos que vem acontecendo principalmente em Garanhuns nos últimos dias. Vários veículos foram alvos de bandidos e ninguém vai preso. Os veículos roubados praticamente desaparecem como fumaça e se quer aparece uma pista que possa trazer esperança as vítimas que tanto sofrem para adquiri-los.

No bairro da Cohab III em Garanhuns, o morador deixou seu carro Fiat Uno, de cor cinza e placa MUC-4811/PE, estacionado defronte a sua residência, quando por volta das 23h de segunda-feira (23), ouviu um barulho do carro sendo ligado, ao sair para ver o que estava acontecendo, percebeu seu veículo sendo levado por bandidos e até esse momento o mesmo desapareceu como pó.

Ontem, terça-feira (24), bandidos renderam um motorista por volta das 14h, às margens da BR-423, próximo a Gvel Veículo em Garanhuns e tomaram sua Hilux, de cor prata, ano 2014, de placas OWZ-6865/BA e desapareceram sentido ao município de Águas Belas. Mais um que virou pó. Há! Também foi roubado em Heliópolis, um Fiat Uno, de cor azul, de placas KIB-3833/PE. E não podemos deixar de anunciar que no bairro de São José, imediações da CEAGA, elementos roubaram um Corsa Wind, de cor verde, e placas KLE-3915/PE.

No município de Lajedo/PE, BR-423, bandidos fortemente armados com armas de grosso calibre renderam um motorista e levaram seu Pálio Fire, de cor branca, e placas OYL-5295/PE.

E nesse momento, a Agentes da Polícia Civil informam que no Sítio Brejo Seco, área rural do município de Brejão, próximo ao trevo da cidade de Correntes, elementos acabaram de roubar um Fiat Uno, de cor prata, e placas KFS-1526/PE.

Todos eles são levados para o além e não voltam nunca mais, como o que aconteceu com centenas deles nessa região.

Vejam mais notícias de veículos roubados recentemente em Garanhuns/PE.

POPULAR TEVE O CARRO TOMADO DE ASSALTO EM GARANHUNS

BANDIDOS ROUBAM CARRO EM HELIÓPOLIS E LEVAM MOTORISTA COMO REFÉM

MAIS UM VEÍCULO FIAT UNO FURTADO EM GARANHUNS

POLÍCIA CIVIL PROCURA SUSPEITO DE FURTAR VEÍCULO EM HELIÓPOLIS, GARANHUNS/PE

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Na última sexta-feira(13), a prefeita do município de Brejão, Beta Cadengue,  resolveu expor publicamente no centro da cidade, alguns veículos e equipamentos que foram deixados pela gestão anterior, e que segundo ela, foram deteriorados e sucateados. Alguns deles são irrecuperáveis e vamos estudar a viabilidade de um leilão, pontuou Beta.

Questionada sobre a repercussão dessa decisão, a chefe do executivo municipal,  revelou que não pretender criar um clima de revanchismo político, mas de conscientizar a população sobre a responsabilidade que um prefeito dever ter, em zelar pelo patrimônio público.

“ O que o ex prefeito fez questão de esconder, nós fazemos questão de mostrar ao povo, quando meu pai entregou a prefeitura em 2012, deixou tudo funcionando e em perfeito estado de conservação, destruir o patrimônio público constitui um desrespeito ao povo. Agora teremos pela frente uma missão árdua pra deixar a máquina pública funcionando de forma plena, atendendo as pessoas da maneira devida. Quero inclusive convidar a população para visitar os prédios públicos, pra observar de perto o estado em que se encontram algumas escolas e postos de saúde. É deprimente a gente olhar a situação de alguns deles”  relatou a prefeita em tom de desabafo.

Todas as irregularidades encontradas no município deverão constar no relatório de transição, que deverá ser entregue nos próximos dias ao Tribunal de Contas do Estado, a nova gestão comunicou que pretende apurar a situação com riqueza de detalhes e informações, para posteriormente formalizar uma denúncia, aos  órgãos fiscalizadores.

Para dar agilidade ao trabalho administrativo, a prefeitura deverá funcionar por um período ainda indeterminado, em um prédio localizado ao lado do mercado público, enquanto isso, será realizada uma reforma no prédio que até então, abrigou a prefeitura..

(Com informações da (Assessoria de Comunicação)

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Capitão Gílson,

Como pôde o senhor nos deixar em uma hora como essa?

Agora!? Assim!? Como!?

— Mas…

Mas o quê, Capitão?

Capitão, bem sabia o senhor do momento, que passamos. É preciso dizer que a violência se alastra e já domina tudo? Capitão, quem mais segura os homicídios? Os assaltos a bancos? Os roubos e furtos outros? Quem, Capitão? Quem mais segura essa violência doméstica? Pior ainda, quem mais segura esse banditismo nunca dantes registrado em anuários policiais daqui e além-mar, como atores tendo os “de cima”, e cujos crimes, com enorme reflexo, fazem os “debaixo” parecer meninos de rua, estes por mais vis que sejam? Capitão, quem segura? Jogamos um jogo desigual, Capitão. Ainda não foi perdida a esperança, certamente. Mas assim, com o senhor se retirando do campo de batalha, um titular absoluto e inquestionável da posição. Assim, Capitão, o inimigo somente tem a agradecer, ele já fortalecido, menos pelos meios próprios, e mais (muito mais) pela Ausência do Poder Público. Assim, são “as batatas” de Machado de Assis ao inimigo vencedor, nos restando a desolação e a desilusão. A morte metafórica. Somos todos defuntos.

— Sei de tudo isso. Mas, eu fiz a minha parte.

Perdão, Capitão! Fez mesmo! Como fez! É que a fenda aberta preocupa. Deixa-nos assim, meio que perdidos, meio que desencorajados, meio que vencidos. Vá em paz. Que seu Espírito de Guerreiro se manifeste em nossas pequenas almas. Nos encoraje. Precisaremos. É grande o desafio.

Passava pelas imediações do hospital Monte Sinai, ali vendo viaturas da PM. Pensei se tratar de um companheiro ferido. Na esperança de esclarecimento, buzinava. Ninguém me ouvia. A dor já conhecida paralisava. Fazia sentido. Adiante, ouvi alguém comentando: “Capitão Gílson morreu de infarto!”. — Deus, disse a mim mesmo. Um ladrão é a morte. Ela vem e nos leva sorrateira e mansamente. Levou o Capitão. Levou-O.

De há muito tempo conhecia o Capitão Gílson. Que na verdade, era ele muito conhecido. Lembro-me dele na cidade de Correntes, então nascendo nossa amizade. Passamos, PM e Delegacia, a fazer Operações Conjuntas. Compartilhávamos informações e somávamos esforços. Ainda que não inteiramente limpa e livre, por um bom tempo Correntes se viu com os índices de violência bem abaixo da média das cidades do seu porte. Tantas outras da região preocupavam, SIM. Como depois do encontro vem o desencontro (como diz o poeta), a vida é isso, tomamos rumos diferentes, mas enraizados pelo trabalho que gerou admiração e respeito recíprocos.

Um abnegado no sentido religioso, Capitão Gílson. Um altruísta. Renunciava a si mesmo e carregava a cruz da instituição. A coisa anormal e fora do lugar incomodava mais a si do que a qualquer um outro. Disso convencido, ele convencia. Partia então para “um chamado” envolvendo os mais diversos segmentos da sociedade, tudo em prol e para o desejo comum: a tranquilidade pública. Correntes. “Policial Negociador” do Gati. Bom Conselho. Honraria em Iati. Voto de Aplauso em São Bento do Uma. Belo Jardim. O Capitão Gílson marcou. Uma marca. Mais do que um Chefe, grande Líder. Chefes existem às pencas por aí. Líderes, uma raridade. O Capitão Gílson tinha liderança. Ele não dizia “Vá!”, próprio dos sem comando. E sim “Vamos!”, bomba de efeito moral que encoraja os comandados fazendo-os seguir, incondicional e destemidamente, a liderança. Aqui o Capitão foi ímpar. Firmou-se como líder. Firmou-se pelo exemplo, que é tudo.

— Esperou o verão para fazer ponto final na sua doce lavoura. Partiu em janeiro. Em verdade, quem morreu não foi ele. Foram as coisas, que deixaram de ser vistas pelos seus olhos. Foram os objetos que a sua mão deixou de tocar. Os seus livros, amigos, estamos defuntos. Foi o mundo que morreu nos seus cinco sentidos. Correntes e outras cidades choram a morte do Capitão. Copiosamente, Bom Conselho chora. O Capitão Gílson “combateu o bom combate” do apóstolo Paulo. Viveu sua fé: acreditava no que fazia. É sua Capitão Gílson A Coroa do Dever Cumprido. O senhor foi plural. Então,

José Maria

Comissário de Polícia

 

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