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Rádios e Parceiros

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Na manhã desta quinta-feira (21/07), policiais civis da Delegacia de Brejão/154 C. Policial, deram cumprimento a dois mandados: de Prisão e de Busca e Apreensão de Menor. O primeiro em desfavor de Vandilson Dias de Barros, vulgo “Jurandir”, 29 anos, residente no Sítio Cajazeiras, Brejão.

Em setembro de 2012, “Jurandir” conduzia sua motocicleta por uma estrada vicinal da região, na oportunidade estando acompanhado por um amigo, Antônio Bezerra da Silva, vulgo “Golinha”. Em sentido contrário trafegava outra motocicleta, esta conduzida por José Carlos dos Santos, como garupa tendo Rafael Idalino da Costa. Embriagado, segundo testemunhas, e sem possuir CNH, “Jurandir” invadiu a via contrária ocasionando uma colisão, resultando na morte de “Golinha” e ocasionando lesão corporal grave na pessoa de Rafael Idalino da Costa. Pelos crimes cometidos (homicídio culposo e lesão corporal culposa), “Jurandir” foi condenado a pena restritiva de liberdade (um ano em regime aberto/mensalmente tendo que se apresentar) e restritiva de direito (prestação pecuniária). Como houve descumprimento injustificado das restrições que lhe foram impostas, o juiz determinou seu encarceramento. Foi apresentado à autoridade policial e em seguida recolhido à Cadeia Pública de Bom Conselho.

Da Busca e Apreensão, em desfavor de C.D.F.S, 16 anos. Ele, em Maio de 2016, após um evento ocorrido em uma churrascaria localizada às margens da PE-218, entrada de Brejão, o menor em questão tentou matar a pessoa de Edson Nascimento Albuquerque com dois golpes de arma branca (faca peixeira), estes aplicados na região abdominal, não consumando o seu intento por circunstâncias alheias à sua vontade, tendo em vista que houve a interveniência de terceiros. Pelo ato infracional correspondente ao crime previsto no artigo 121, § 2º, IV c/c artigo 14, II CPB, foi decretada a internação provisória do menor C.D.F.S, 16 anos, e pelo prazo de 45 dias, considerando o preconizado pelo ECA em seus artigos 108, 122, I e 182, § 1º, medida a ser cumprida na FUNASE de Garanhuns. Vale ressaltar que o menor supracitado de há muito tempo vem cometendo diversos atos infracionais na cidade de Brejão: já esfaqueou mais outras três pessoas, praticando furtos e agredindo outras tantas, ameaçando inclusive de pôr fogo na casa com sua genitora dentro.

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segunda-feira, 18 de julho de 2016

jose maria agresteviolento.com.brUma graciosidade, a moça do Banco. Sentada, concentrada, não é apenas uma moça, mas a moça do Banco. Dentre tantas, ela é que é a moça. Sua aura, viva e forte, contrasta com à do ambiente pesado, que é o Banco, sempre cheio. Pessoas se aglomeram, se falam, não se falam, se entendem, não se entendem, se veem e se percebem, se veem e não se percebem. É a pressa. Seguem uma fila. Sentam-se e esperam. Dirigem-se a um guichê, a outro, e a outro, cada um querendo resolver seu problema, geralmente, sua dívida. Quem não tem? Bancos, para isso eles existem. São tão solícitos nesse ramo. Geralmente se sai aliviado dando como resolvido o problema, a dívida, geralmente. Na verdade, o foi por alguns dias. Mais cedo ou mais tarde, geralmente mais cedo, o Banco vai aguardá-lo. E com tanta ânsia. Triste sina, a de cada um, eterno cliente, devedor mesmo, do Banco. Voltando à moça. Bela. Bela imagem. Cabelos castanhos (?), médios, lindos e finos, leves e soltos, que, naturalmente, lhe caíam sobre os ombros bem definidos. Seu rosto, a cara da naturalidade. Baton não usava. ‘Blush’ e outros milagrosos também não vi. Nem precisava. Não deve ter deixado a adolescência há muito tempo. Sua alma, de criança. “Corpo e alma sempre jovens, a alegria da vida”, Oscar Wilde.

Um parêntese. Por que as mulheres têm de usar tanta coisa no rosto? Se é verdade que não existe mulher feia, mas desarrumada, umas se arrumam tanto que se desarrumam. O excesso de maquiagem poderia ser visto (então) como mecanismo de defesa (Freud), uma suposta situação de inferioridade que precisaria ser compensada ainda que de modo ilusório, mas satisfazendo. Sem falar nas anormais e seus piercings sem sentido em todos os sentidos do corpo. Vinícius de Moraes parecia não concordar e dizia “sim”, as feias existem. Aqui, é preciso ignorá-lo. Afinal, vivendo na companhia de Tom Jobim, parceiro seu na composição de “Garota de Ipanema”, não poderia mesmo apreciar outro sabor que não o doce do ambiente daquela moça, Helô Pinheiro. Se serve de consolo, as menos favorecidas têm em mim (grande coisa!) e no poeta Gregório de Matos, dois aliados: “Na formosura não se dê constância. O Sol não dura mais que um dia”. Umas menos, outras mais, toda mulher tem sua graça.

Vestia-se bem, a moça do Banco. Casaco. Blusa comportada. Calça social simples. Sem cores tipo “cheguei!”, ou Carmen’s Miranda, uma salada de frutas. Cobria-se a moça de muita simplicidade, chave da verdadeira elegância como afirmava Coco Chanel, a francesa ícone da moda e seu Chanel 5, aroma de Marilyn Monroe. Revolucionária, Chanel se transformou no símbolo da feminilidade libertando a mulher de um mundo predominantemente masculino. “Não há mulheres feias, há mulheres mal cuidadas” (viu aí, Vinícius!), falava. Sobriedade e recato: divino encanto. Sorriso da moça do Banco? Traduzido em música, ouça “Garota de Ipanema”, ou a gosto.

Rodeios e floreios, e cheguei junto da moça do Banco.

— Bom dia, moça!

— Bom dia, senhor! Sim, diga senhor! Senhor, senhor!

— Ah, desculpe moça. É que recebi essa proposta de renovação de seguro residencial e eu não tenho o menor interesse nisso. Não tem sentido esse seguro. Minha casa não vai pegar fogo e nem acho que vou ser vítima de desastre, natural ou outro.

— Não quer mesmo, senhor?

— Não! E disse a mim mesmo: “Fosse contra topada, cara feia, ou crise. Aqui é esperteza do Banco. Bancos não batem pregos à toa. Crucificam mesmo. Soa até golpe, já que é a palavra do dia. Sim, aqui é, é golpe!”

— O senhor vá ali falar com aquele pessoal.

— Certo. Obrigado.

— Por nada.

Fui e voltei.

— Moça, lá disseram que somente é cancelado depois do desconto. Há o estorno. Quero me antecipar e não posso, como?

— Espere aqui, senhor!

— Ok, moça.

— Resolvido. O senhor me procure dois dias antes desta data. Não vai haver lançamento.

— Ok. Obrigado.

— Não há de quê.

Depois de escrever quase 60 artigos, resolvi por essa crônica. Um descanso. Agradeço pelos elogios recebidos, muitos nesse último, o “Até quando?”. Essa crônica veio assim… quase do nada. Aqui, nada de atrevimento. É coisa platônica. Meu profundo respeito àquela moça. Achei (sim) bonito aquele quadro: moça graciosa sentada e concentrada. Nascem assim as belas pinturas.

Por José Maria      

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quarta-feira, 13 de julho de 2016

jose maria agresteviolento.com.brSaindo da simplicidade morfológica e correspondendo à palavra “until when” dos ingleses, a expressão até quando marca a indefinição de tempo. Carregada de sentimento acentuado, há passagens ilustres marcadas pelo devido uso dessa expressão saliente. No álbum Seja você mesmo, mas não Seja sempre o mesmo, o rapper Gabriel, o Pensador, a usa como protesto: “Até quando você vai ficar usando rédea?”. Na Bíblia, em seu salmo, Davi conclama a Deus: “Até quando, Senhor, se erguerá contra mim o meu inimigo?”. Relevância de até quando é encontrada nos discursos do maior orador romano, Cícero e suas Catilinárias: “Até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência? Não te dás conta que os teus planos foram descobertos?”. Vivemos no Brasil de hoje um período semelhante àquele de Roma: instabilidade política e muita corrupção. Até quando?          

Até quando haveremos de ver a PF nas ruas? Pela empreitada gigantesca, a rua vai ser sua morada. Sede e fome insaciáveis, a rataria não tem dado descanso. Mas, até quando? Se pairava alguma dúvida, eis os números: em 12 anos de (des) governo do PT, a PF realizou quase 2.500 operações. Foram 48 com FHC. Sem defesa, apenas a posição de cada um na escala da indecência. Lázaro. Recomeço. Bota-Fora. Mar de Lama. São algumas. E tem a mãe de todas as batalhas: a Lava-Jato com seus desdobramentos: Abismo, Vício, Repescagem e mais vinte e nove. Começou em março de 2014 com as operações Bidone (trapaceiro), Dolce Vita (a vida doce), quando a doleira Nelma Kodama é pega com 200 mil euros na calcinha, e Casablanca (filme). Encontra-se na sua 32ª fase, operação Caça-Fantasmas e a existência de um banco de fachada. Sabe Deus onde vai desaguar esse oceano de sujeira. A Lava-Jato assusta. “Você puxa uma pena, vem uma galinha”, do discreto Min. Teori Zavascki, seu relator. A corrupção é marca petista. Desavergonhadamente, dona Dilma gosta de dizer que ela não é sua e vivia sob o tapete. Uma parte até que sim, mas a produzida por seu governo foi tamanha que o tapete foi engolido. E a súcia vai além. Recebendo voz de prisão, o ex-diretor de Serviços da Petrobrás (Renato Duque), veio com essa: “Que país é esse?”. O sujeito arrecadou mais de R$ 1 bi em propina e se sente surpreso e indignado com as algemas. É mole?! Outro, Sérgio Machado: “Acabar com esse negócio da segunda instância”. Ora, um servidor público preocupado em ser alcançado pela lei sem demora! É ou não um culpado antes do trânsito em julgado? O cidadão de boa-fé tem essa preocupação? Um dos instrumentos mais eficazes no combate aos corruptos, a delação premiada tem sido o alvo preferido da corja política. Oito projetos de lei tramitam no Congresso visando sua nulidade. E mais: Lei contra o Abuso de Autoridade em análise. Tudo passa a ser abuso. Intimação, não. É convite personalizado. Essas mudanças, e você tem a corrupção legalizada, verdadeiro abuso. Até quando?

Cadê os honestos? A expressão “A lanterna de Diógenes” é usada como símbolo da procura de homens honestos. E lá vai Diógenes andado pelas ruas durante o dia com uma lâmpada procurando um homem honesto. Chefe do MPF na Lava-Jato, Dallagnol declarou que são desviados pela corrupção no Brasil algo em torno de R$ 200 bilhões por ano. “É um valor tão alto que poderíamos triplicar os investimentos federais em saúde, educação e segurança”, concluiu. Não por menos que a saúde vegeta na UTI, a educação não atende (sequer) ao ensino básico, e a segurança vive rendida com as mãos na cabeça. Mas, até quando? Se a ditadura mandava amar o Brasil, hoje o verbo da República e roubar. Até quando? A ditadura se ver redimida. Não conheço um general rico ou que tenha sido preso. A chaga da história brasileira é esse governo moribundo. O poder não para servir e sim se servir. Até quando? Que o diga Lula e sua fracassada retórica socialista bem simbolizada pela Queda do Muro de Berlim. Muito cinismo seu e de boa parte da intelectualidade brasileira defensora do regime. E por quê? Ora, têm por berço acadêmico países onde o capital circula livremente, despendendo um pouco dele nos cafés de Paris em suas férias. Com a libido em alta é que se lembram de Havana e suas prostitutas. A ilha de Fidel produziu mais: pobres e delinquentes. Trabalho e liberdade e vida privada. Tríade atacada com punição e supressão e invasão pelo socialismo. Que belo, não! O verdadeiro socialismo foi o concebido por Cristo: discurso tocante e exemplo como pregação maior. Marx chegou atrasado e com miséria, mortes e ratos riquíssimos. Hamelin é aqui. No conto folclórico “O Flautista de Hamelin”, esta cidadezinha da Alemanha sofria com uma infestação de ratos, quando então aparece um “caçador de ratos”, o flautista. Tocando seu instrumento, ele os hipnotiza pelo canto. Seguindo-o em fila indiana, são levados ao mar onde se afogam, a cidadezinha se vendo livre dos indesejáveis. Lula e Dilma ainda livres. Até quando?

Diógenes e sua lanterna. Por certo que satirizava dos homens públicos de sua época. Não havia um honesto. Andasse por aqui e na primeira esquina de qualquer cidade teria sua lanterna subtraída, e por menores para espanto seu. Diógenes foi brilhante. Disse tudo nada dizendo. Pai da retórica, Cícero matava a alma com suas palavras. Assim abateu Lúcio Sérgio Catilina, um corrupto e sedento de poder. Diógenes e Cícero e o bom combate (apóstolo Paulo) da corrupção. E nós? Navegamos pelo oceano da corrupção. Até rimos das prisões esquecendo que somos partícipes dos enclausurados. Como? Pelo voto. Sem falar na chamada cultura do “jeitinho brasileiro”, que soa (sim) corrupção. Mudar mudando. Ser você mesmo não sendo sempre o mesmo. Ou não. Até quando?

Por José Maria

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sexta-feira, 01 de julho de 2016

Um agricultor de 47 anos sofreu várias lesões pelo corpo quando se encontrava em um bar, próximo a sua residência, na noite de quinta-feira (30/6), no Sítio Vista Alegre, zona rural de Brejão. De acordo com informações da polícia, a vítima apresentava sintomas de embriaguez alcoólica e não soube informar o que teria acontecido. O corpo dele apresentava várias lesões e devido aos ferimentos no tórax e costas o mesmo foi socorrido para o hospital local, porém, devido à gravidade dos ferimentos foi transferido para o Hospital Regional Dom Moura em Garanhuns.

O fato foi comunicado à Delegacia de Polícia Civil para investigar o caso.

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segunda-feira, 27 de junho de 2016

BREJAO AGRESTEVIOLENTO.COM.BR  (2)Ainda nas comemorações do São João de Brejão/PE 2016, a Prefeitura através da Secretaria Municipal de Educação e Cultura com o grande empenho da Secretária Elaine Moraes e do Professor Wilson e todo o grupo de organizadores, realizou a 2ª Corrida da Fogueira, com percursos de 10 e 5 Km de acordo com as categorias dos corredores. A corrida teve início na Vila de Santa Rita com destino à sede do Município, com premiações e troféus para os cinco primeiros colocados e medalhas de participação.

BREJAO AGRESTEVIOLENTO.COM.BR  (1)Dando continuidade ao dia de festa foi realizada a 1ª Festa do Cavalo, com provas do tambor, pega do chapéu, salto em altura e pega da argola. São modalidades conhecidas, no entanto pouco difundidas em nossa região. Os cavaleiros tiveram algumas dificuldades porque os seus cavalos são acostumados com vaquejada e param bruscamente em frente a qualquer obstáculo, o que dificultou, principalmente, a prova de salto. Ainda tivemos uma tarde inteira de forró e churrasco servido a todos os participantes.

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segunda-feira, 27 de junho de 2016

jose maria agresteviolento.com.brDilma e sua cantilena: “É golpe!”. O Agitprop é um acrônimo das palavras “agitação e propaganda” nascida do ideário da esquerda soviética e disseminadora dos seus princípios. Mobilizava trabalhadores, movimentos sociais, intelectuais e formadores de opinião para desestabilização de um governo. Palavras de ordem para unir a sociedade em prol da causa e propaganda massiva forjavam o marketing político largamente usado. O Agitprop propagou-se. Como violento ministro da propaganda nazista, Goebbels na Alemanha criou o mito do “Fuhrer”. — Concentre-se em seu inimigo e acabe com ele. Translade todos os males a esse inimigo (a culpa é de FHC). Veja o que vai nos acontecer com o inimigo nos vencendo — dizia Goebbels em seus princípios. Na esteira desse sectarismo, João Santana, “Alter ego” de Goebbels e marqueteiro bruxo do PT, fazia o mesmo e com maestria. Lembram àquela cena de banqueiros dando risadas e uma família fazendo refeição que minguava? E o “nunca antes na história deste país”? Com 36 anos de idade e quase 14 de poder, a mentira PT acabou. Marketing e somente, que vendia a crença de um Brasil Grande. Resultado de sua desgovernança: pó e escombros. Tchau, querido!

A Poliana desajeitada. Saindo das profundezas da burocracia, Dilma aparece se metendo naquilo que sabidamente ela sabe menos ainda: economia. Ousada, fazia pesadas críticas à política econômica conduzida pelo competente trio Palocci-Paulo Bernardo-Henrique Meirelles, este presidente do BC na gestão Lula e hoje Min. da Fazenda, economista de currículo invejável com passagem em Harvard. O trio defendia uma política econômica ortodoxa de ajuste fiscal rígido visando o crescimento do país e sua credibilidade externa. Para a deusa da sabedoria da terra de Pindorama (Dilma), essa visão da economia era “tortuosa e rudimentar” e não merecia qualquer apreço. Assumindo, Oscar Niemeyer de saia trouxe consigo uma nova arquitetura econômica para o país, o chamado “novo marco macroeconômico” com seu voluntarismo aplicado à economia. Resultado: o Brasil desabou. Quem é mesmo de visão tortuosa e rude? A estreiteza do campo de visão dessa senhora é singular. Padece de um glaucoma intelectual que não lhe permitiria (sequer) chegar à direção de loja de R$ 1,99, ela que quebrou à que montou na década de 90 (revista isto é). Mas, sabe-se lá por que cargas d’água, a excelsitude chegou ao maior cargo da nação. Felizmente, deve perdê-lo. Seus 54 milhões de votos, os teve para governar e não roubar. De cada 10 brasileiros, 8 querem vê-la pelas costas. São 116 milhões de votos hoje. Programas sociais? Sim, mas não para viciar o cidadão. O bolsa-família (descaradamente) se transformou em uma compra de votos. Prouni/Fies? Para quem realmente precisa e faz jus, restituídos via emprego pelos jovens quando absorvidos pelo mercado de trabalho. Agora, como? Seremos 16 milhões de desempregados até o final do ano, os jovens sendo as maiores vítimas. Esse modelo populista matou a galinha dos ovos de ouro. Uma Venezuela, e logo seríamos, com pessoas catando comida no lixo. Basta!

Afinal, quem é Dilma Rousseff? Terminada a Guerra do Golfo, perguntaram ao General Colin Powell quem era Saddam Hussein. “Vou dizer-lhes o que ele não era”, disse Powell, e emendou: “Não era um político. Não era um soldado. Não era um estrategista”. Eis o que maravilhosa e apropriadamente pode ser aplicado a Dilma Rousseff. Não é isso e nem é nada. Ela muito lembra a lenda grega de Pigmalião e a peça homônima do Nobel de Literatura Bernard Shaw, que virou filme. Na iminência de deixar o poder, era grande a preocupação de Lula com sua sucessão. Decepcionado com homens e mulheres à sua volta, resolveu esculpir uma estátua, a esposa política perfeita. Assim nasceu Dilma, a estátua que ganhou vida. Dilma se mostrou mais como a fada azul às avessas de Pinóquio, transformando pesadelos em realidade. De linguajar rastaquera, um blog publicou que “ninguém estava mais feliz do que a língua portuguesa” com a sua saída. Claro que nem todo mundo tem o ofício de poeta (nem se exige), mas Dilma desperta a atenção pelo fato de ter chegado ao maior posto do país com um português tão primário. Somente é desenvolta nas leituras dos discursos que lhe são preparados. Não faria um deles nem que a vaca tossisse. Outro dia (mesmo lendo o discurso) quase que se engasgava na palavra algaravia (confusão, que é ela). Improviso? Cerrem os ouvidos. Ela tortura o idioma. No filme “My Fair Lady”, Eliza Doolitle é uma simples vendedora de flores a ser transformada em uma dama. Seu linguajar é uma afronta à língua inglesa. Seu vocabulário, paupérrimo e de baixo calão. Sua pronúncia, uma desgraça. Eliza abusa do direito de dizer: “I’m a good girl, I am!” (Eu sou uma boa menina, eu sou!). Submetida ao trabalho de um eminente fonético, virou Lady, sim. Dilma, nem com Ferdinand de Saussure (Cristo da linguística moderna) teria conserto. Frente a tudo de ruim que trouxe ao Brasil e a milhões de brasileiros, essa era a mensagem (I’m a good girl) que tentava passar ao Brasil nos chás da tarde palaciano, quando ali reunia as madames dos diversos movimentos sociais. Num surto de histeria coletiva, as úteros secos gritavam “não vai ter golpe!” para o delírio da seca Dilma Rousseff. Mesmo depois de impeachmada, ela não se desvencilhou da imagem de boa menina. Na companhia de carpideiras pagas pelo contribuinte brasileiro, vive em romaria pelo país chorando pela iminente viuvez do poder, e dizendo: “Eu sou uma boa menina, eu sou!”. Cadê o lobo mau?

Estupro coletivo. Pela quantidade de investigados na Lava-Jato, passam de mil os estupradores da Pátria-Mãe brasileira. Considerando que a Petrobras era “a madame mais honesta dos cabarés do Brasil”, como afirmou em depoimento o delator Sérgio Machado, é inimaginável a suruba que rolou nas mais de 100 estatais brasileiras. Pousando sempre como sacerdotisa do templo de Vesta (deusa da pureza), quando não se achava a própria, agora isso em pleno reinado da orgia, coube a Marcelo Odebrecht dizer em delação que “não”, Dilma não era virgem coisíssima nenhuma. R$ 12 milhões foi a cantada. Era a pedra (a da propina) que faltava nesse rosário indecente de dona Dilma. Seu ciclo imundo assim se fecha. “Foi meu maior erro”, disse o estuprador Lula. Ela, contudo, segura na sua arrogância, firme no seu cinismo, nunca errou e não é um erro. A Madalena sem arrependimentos. E pensar que esse serzinho abjeto pode voltar. Ó Maria concebida sem pecados, rogai por nós que recorremos a Vós!

José Maria

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segunda-feira, 27 de junho de 2016

03Uma festa pra ficar na história, assim foi o feriado da última sexta-feira 24 de junho, marcado com a volta da 15º Cavalgada de São João em Brejão. Numa mostra de força e prestígio político do grupo do ex-prefeito Sandoval Candegue, o evento reuniu um número surpreendente de cavaleiros durante a sua realização.

02A festa dos amantes da cavalgada, contou também com uma expressiva participação de cavaleiros de outros municípios da região do agreste Pernambucano, superando dessa forma todas as expectativas dos organizadores.

Como de costume a concentração aconteceu a partir das 9 da manhã na comunidade da Vila Ferreira, saindo por volta das 11 horas percorrendo durante o seu trajeto as comunidades do Sítio Sambaíba, Curiquinha, passando pelo povoado Santa Rita, seguindo pelo sítio Bananeiras, passando pela Curica, Medéia, Macuca, Sítio Agreste do Alívio, Fazenda Alagoinha e chegando em grande estilo na sede do município.

01Na passagem pelas ruas da cidade, os cavaleiros onde foram recebidos de forma calorosa pela população, na sequência foram recepcionados com uma grande feijoada e muito forró pé de serra.

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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Um caminhoneiro foi sequestrado na noite desta quarta-feira (22), a vítima que tem 42 anos, trafegava pela rodovia PE-218, quando no município de Brejão, foi interceptado por três elementos armados que estavam em um Corsa de cor prata, os bandidos levaram a vítima para uma estrada vicinal onde ele ficou na mira de uma arma de fogo enquanto a carga de sardinha era transportada para outro veículo, após o roubo da carga os assaltantes tomaram destino ignorado, o motorista foi levado com o caminhão ao plantão da 18ª Delegacia Seccional em Garanhuns, onde registrou Boletim de Ocorrência.

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sábado, 11 de junho de 2016

Três elementos armados praticaram um roubo a estabelecimento comercial na noite desta sexta-feira (11), no município de Brejão, no Agreste de Pernambuco.

A ação criminosa aconteceu no Sítio Simbaíba, os criminosos chegaram no bar, anunciaram o assalto levando celulares dos clientes, dinheiro, um aparelho de som, DVD e uma TV do estabelecimento, após a ação eles fugiram tomando destino ignorado.

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quarta-feira, 18 de maio de 2016

cicero ferreira mandado de prisao brejao agresteviolento.com.brNa manhã desta terça-feira (17), policiais civis da delegacia de Brejão, deram cumprimento a mais um Mandado de Prisão, este agora em desfavor de Cícero Ferreira da Silva, vulgo “Cicinho”, 25 anos, morador da Rua do Caiana, Vila da Paz, cidade de Brejão.

No dia 19/01/2014, “Cicinho” entrou em luta corporal com a pessoa de Djair Manoel dos Santos. Depois de uma discussão acalorada, aquele ofendeu a integridade física deste com vários socos e pontapés e lhe causando sérias lesões. Foi socorrido pelo Samu e encaminhado ao HRDM de Garanhuns. A conduta delitiva de “Cicinho” se amolda no artigo 129 do CPB e com fulcro no artigo 89 da Lei 9.099/95. Enseja a suspensão do processo desde que o acusado não esteja sendo processado ou não tenha sido condenado por outro crime. É uma medida despenalizadora indireta que permite a extinção da pretensão punitiva evitando eventual sanção penal, mas o acusado fica comprometido a comparecimento em juízo (mensalmente) para informar e justificar suas atividades. “Cicinho” não o fez e assim o juiz da Comarca de Brejão converteu a referida suspensão em três meses de detenção que agora vai ser cumprida. Ele foi apresentado à Autoridade Policial de plantão, Dr. Alex Almeida Silva, que, após as medidas de praxe, o encaminhou à Cadeia Pública da cidade de Bom Conselho.

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