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Rádios e Parceiros

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Um agricultor foi vítima de tentativa de homicídio na noite desta quarta-feira (26), em Brejão, no Agreste de Pernambuco.

A vítima que tem 45 anos, e mora no Sítio Vista Alegre, informou a polícia que estava fechado a porteira, quando alvejado por vários disparos de arma de fogo, o homem disse que não viu que efetuou disparos, ele foi socorrido para o Hospital Regional Dom Moura, em Garanhuns e não corre risco de morrer.

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

A Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco, por meio da V GERES, em parceria com o Governo de Brejão e a Secretaria de Saúde Municipal, irá atender pacientes para diagnóstico de doenças oculares, dentre estas o “O Glaucoma”. O projeto está sendo desenvolvido em todos os 21 municípios pertencentes a V Regional de Saúde (GERES) de pernambucano, através da empresa Oftalmo PE.

No município de Brejão, as atividades começaram a ser desenvolvidas no dia 04 abril, através da capacitação dos agentes comunitários de saúde,  os quais já estão em atividade, realizando a busca ativa de 2 grupos específicos de pacientes: O paciente já portador da doença de Glaucoma e os pacientes pertencentes ao grupo de risco: pessoas acima de 50 anos, com histórico de cegueira na família, diabéticos e hipertensos. A busca destes fora dividida por área, afim de  localizar as pessoas que provavelmente precisam do atendimento. Vale ressaltar que os pacientes portadores ou diagnosticados com Glaucoma durante a realização dos atendimentos irão se tratar gratuitamente com medicamentos, que são a base de colírios, e as consultas médicas, uma vez que o projeto é custeado pelo Governo Federal e o Ministério da Saúde. Os atendimentos irão ocorrer a cada três meses, para dar continuidade de tratamento aos doentes diagnósticos e abrir sistematicamente novos atendimentos a população do grupo de risco. No próximo dia 05 de maio, será o dia do 1 atendimento do programa no município, onde os profissionais da Oftalmo PE estarão realizando vários exames oftalmológicos e consultas com os profissionais especializados. Para maiores informações procure seu agente de saúde.

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terça-feira, 25 de abril de 2017

Aposentei-me. Foram trinta anos cumpridos devidamente. Minha longa jornada de trabalho começou pelo glorioso Exército Brasileiro, Polícia Militar das Alagoas e terminando na Polícia Civil de Pernambuco. Saio orgulhoso do trabalho realizado. Trabalhei nas delegacias de Iati, Correntes, Angelim, Bom Conselho, Águas Belas, Canhotinho, Paranatama e findando pela cidade de Brejão. Angelim e Bom Conselho pouco tempo. Estação e de inverno. Ouvira dizer que alguém faria um livro intitulado “Minhas mil prisões”. Não chego nem perto disso, mas é o de mais importante no trabalho policial. Não adianta um bom indiciamento e denúncia e pronúncia sem a prisão do infrator. A pergunta que o cidadão sempre faz (costumeiramente ouvia) é “e aí já prenderam àquele sujeito?”. Um ‘sim’ e a polícia se faz reconhecida, digna de apreço e de respeito. Vejam o brilhante trabalho do Juiz Sérgio Moro e do MPF. Contudo, não somente eles são lembrados nas manifestações populares, a PF sendo enaltecida Gigantemente. Gosto de mencionar um caso quando de minha chegada na cidade de Correntes. Solicitei um Mandado de Prisão. Tive de ouvir (espantosamente) de um senhor do Fórum a seguinte expressão: “Pra quê, se vc’s não prendem ninguém?!”. No dia seguinte, dei cumprimento àquele mandado e aos demais, uns quarenta ao longo de minha passagem pela cidade. Somente restou ao língua solta baixar a cabeça quando me via. De certa forma, ele apenas fazia uma observação de uma delegacia inexistente: havia um prédio e policiais, mas nenhum serviço. Não se deve perder nunca a capacidade de autocrítica. Todo mundo observa quando nada se faz. É merecedora a censura. Por óbvio que tantos outros mandados deixei de cumpri-los, mas dei cumprimento aos possíveis. Fiz minha parte.

Longa é a caminhada, mas é preciso passar o bastão. A gente o recebe e o passa adiante. A corrida continua. Elogios me vieram à farta: de fora principalmente. Tocaram-me mais os do povo e estes os tive mais em conta conquanto não fossem alvo meu. Reconhecimento é inerente a quem trabalha. Também tive desafetos: mais aqui dentro. É estranho que você possa incomodar pelo fato de andar em pé. Qual o problema se sei falar e diferencio bem vogal de consoante? Sem delongas foi isso. Não à toa que ouvi de um superior: “Zé Maria é um policial que trabalha e o faz bem. Tem outras qualidades. Agora sei por que muitos falam dele”. Ou seja: você não pode ter senso crítico e graciosamente se manifestar. Tem de permanecer (não sendo) no campo da mediocridade e do anonimato. Sinto muito! Candeeiro aceso não se coloca sob a mesa. É bíblico. Meliantes. Sem rancor. Sempre os tratei com respeito e lhes dando o direito previsto em lei. Não perdem a condição de humanos. Sabem eles do papel do policial. Cumpram suas penas. Ainda mais nessas pocilgas nossas e cujo sistema é em si marginalizador. A mim não me cabia lhes cobrar mais. Nem a ninguém certamente. Pagam o preço da pena e do descaso. Não é pouco. Até por que os piores bandidos deste país têm caminhos livres ainda sendo bajulados e adorados. Conselhos? Trabalhe. A despeito de tudo. Primeiro: você é pago para isso. É pouco? Existe a liberdade de procurar um outro. Isso não invalida a luta por melhores condições: trabalho e salário. O edital é bem claro: o salário é aquele. Deltan Dallagnol tem mestrado em Harvard. Uns por aqui querem o mesmo salário com o ensino fundamental. Como?! Ao longo de minha jornada pude constatar que os parasitas são os que mais gritam. Segundo e substancial: o cidadão não pode ser o siri nessa briga do mar com o rochedo. Ele é merecedor de um serviço público de qualidade. À altura dos impostos pagos. Outro conselho: o caminho da retidão. Evite os atalhos. Deságuam em morte ou em prisão. Não vi um companheiro se sustentar fora do caminho correto. A casa cai cedo ou tarde. É um fato. Ou (no mínimo) vai padecer internamente da rejeição e do isolamento e chancelado pelo belo epíteto de ALMA SEBOSA.

Gratidão. A Nosso Senhor Jesus Cristo. Pela Companhia em minha jornada. Um dia vivido já é uma dádiva. Viver a vida como um presente D’ Ele deveria ser coisa mais do que natural. Não tem sido. Ainda mais nos dias de hoje. Ainda mais por aqui. Luta-se pela sobrevivência. Parece ato de heroísmo o cidadão sair de casa. Parece ato de heroísmo nela chegar sem que se tenha sido molestado de alguma forma: perda da vida como a mais grave. Herói de nós mesmos. Assim sendo e por isso eu rogo a Cristo Jesus: vida e paz para os cidadãos. Vida e paz para meus companheiros. Não se sabe o ponto de parada. É com Deus. Proteger a si e aos seus parece (parece) delimitar aquele ponto. É a vida de um policial. Minha prece agora é para que meus companheiros policiais continuem na corrida. Gratidão de minha parte aos bons policiais e aprendemos juntos. Gratidão às boas autoridades que me fizeram crescer. Tive a convivência de uns e outros (iguais e desiguais) desonrados. Infelizmente tive. Maus companheiros e “autoridade”. Duro é o ambiente de trabalho onde quem deveria zelar pela harmonia e ser o bom exemplo para os seus é a mais pecadora do local. O bom exemplo que vem de cima: “Faça o que eu digo. Não faça o que eu faço”. É preciso então fazer uso do papel. Fazer uso de boas linhas. Corregedoria e promotoria (principalmente) são nossos ouvidos. “O que vale pra Chico tem de valer pra Francisco”, disse Janot. A instituição acima de tudo. “O silêncio de quem não denuncia é mais preocupante. ” Luther King. A maldade nos rodeia e faz parte do script da vida. As pedras do caminho do poeta. Duplico aqui minha reza e faço exercício daquele gesto de grandeza de Nosso Senhor Jesus Cristo: o perdão.

— Calção de banho. Dias de vadiagem. Preguiça no corpo. Água de coco. É bom! Tardes em praias. Sol ardendo. Barulho do mar. Falar de coisas boas — do cantor e compositor Toquinho. É minha vida agora.

Fiquem com Deus, companheiros!

José Maria

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segunda-feira, 24 de abril de 2017

A prefeita de  Brejão, Beta Cadengue  e o secretário de educação Erivan Lopes, entregaram na manhã do último sábado (22), dezenas de kits escolares,  atendendo a todos os professores da rede municipal de ensino, bem como, aos gestores e secretários das escolas, coordenadores e funcionários da biblioteca. O evento foi realizado na CERSOPE,  e contou com a presença de diversas autoridades, entre elas o vice-prefeito Joseraldo Rodrigues, Ex prefeito e atual Secretário de administração, Sandoval Cadengue, Secretário de Assistência Social, Carlos Ouro Preto, e representando o Legislativo Municipal, o Vereador Chiquinho.

Os kits escolares personalizados, são compostos de fardamento, bolsa, estojo, agenda escolar, caderno de anotações, grampeador, régua, fitas adesivas, apagador, lápis para lousa e canetas. “Esta ação foi importantíssima, pois visa fornecer suporte material aos nossos professores, fundamental para um bom desempenho dos trabalhos, além de demonstrar a preocupação da gestão em valorizar o professor. Pude ver a satisfação dos educadores na forma em que está sendo conduzida a educação de Brejão” pontuou a professora Karla Roldão, diretora da Escola Dulce Maria

Em poucos mais de 100 dias do governo da Prefeita Beta Cadengue, o trabalho do secretário Erivan Lopes e equipe gestora, vem gerando resultados positivos para a educação do município. Entre ações desenvolvidas podem ser destacadas: o número recorde de matrículas em 2017;  reabertura das escolas: Aurino Tenório, Bernardino Torres Galindo e Pedro Alves (escola Quilombola do sítio Curiquinha); Reforma das Instalações da Escola João Cabral da Silva Filho; Reforma das novas instalações da Escola Dulce Maria; Aquisição de mais um ônibus escolar através do FNDE(Programa Caminho da Escola), com capacidade para 44 lugares, e rampa elevatória para acessibilidade. Além dessas, outras demais demonstram competência e zelo com as questões relacionadas a educação municipal.

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terça-feira, 18 de abril de 2017

Um adolescente de 16 anos suspeito de participação no assassinato de Luciano Ferreira da Silva, de 32 anos, foi apreendido pela Polícia Militar na tarde desta segunda-feira (17), no Sítio Ladeira Grande, zona rural do município de Brejão, no Agreste de Pernambuco.

O adolescente é foragido da FUNASE, foi levado para a delegacia, negou participação no crime, ficando a disposição da autoridade policial.

Entenda o caso

Luciano morreu na tarde do último domingo (16), no Hospital Regional Dom Moura, onde estava internado desde a quinta-feira (13/04), ele foi lesionado com pedradas na região da cabeça, o caso continua sendo investigado pela Polícia Civil, o adolescente junto com outro comparsa de maior idade, é apontado como autor do crime.

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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Morreu na tarde deste domingo (16), o homem vítima de tentativa de homicídio no município de Brejão, no Agreste de Pernambuco.

Luciano Ferreira da Silva,  32 anos, sofreu lesões de natureza grave provocadas por pedradas na cabeça, o fato aconteceu na noite da última quinta-feira (13/04), ele estava internado no Hospital Regional Dom Moura.

Agentes da Polícia Civil de plantão na Divisão Especial de Apuração de Homicídios, estiveram no necrotério do hospital, liberando o corpo que foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Caruaru.

Com as informações do caso, os agentes passaram a realizar diligências no município de Brejão, onde conseguiram identificar os autores do crime, um deles é menor de idade e foragido da FUNASE, ele conseguiu fugir ao notar a presença dos policiais, o outro foi preso em casa, conduzido para o plantão da 18ª Delegacia Seccional, ouvido e teve que ser posto em liberdade por não existir mais flagrante. O caso será concluído pela delegacia de Brejão que irá representar pela prisão dos imputados.

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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Um agricultor foi encontrado caído na noite desta quinta-feira (13), na Rua José Pinto Tenório, em Brejão, no Agreste pernambucano.

A vítima Luciano Ferreira da Silva, de 32 anos, apresentava lesões graves na região da cabeça, provocadas por pedradas, ele foi socorrido em estado grave para o Hospital Regional Dom Moura, em Garanhuns. No local ninguém soube da informações de quem praticou o crime.

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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Obviamente. Não me refiro àquela canção de Lula na campanha presidencial de 1989 vencida por Fernando Collor. Até hoje é lembrada e se tornou o principal jingle político da história brasileira: “Brilha uma estrela. Cresce a esperança. Sem medo de ser feliz”. O Lula hodierno está mais para Ary do Cavaco e sua composição “Reunião de Bacana”:  “Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão…” Seria o primeiro a dar no pé. O último a ser alcançado como se tem visto. Ary a compôs em 1981, mas acho que fez uma viagem no tempo. Se na China de Mao houve uma revolução cultural, aqui a roubalheira tomou corpo e se deu em tamanha monta que quase criou um quadro de convulsão social com abalo das instituições políticas. Grande timoneiro? Lula. “Passa o tempo. Vale a espera. Com toda a certeza.” É Lula lá: em Curitiba.

Se tem um caminho que vem sendo percorrido por Lula é o iter criminis. A pergunta que não quer calar é por que ele ainda não foi preso. Não foi por quê? Porque é Lula, é isso? Como alguém com extensa folha policial ainda pode circular livremente quando tantos outros (por menos) já foram trancafiados? Afronta-se ao Princípio Fundamental do Direito Penal de que “todos são iguais perante a lei”, que também é um imperativo republicano. Acusado de tentar obstruir as investigações da Lava-Jato, Lulinha se tornou réu pela primeira vez na Justiça Federal de Brasília. Nada de Curitiba e de Moro, seu “perseguidor”. Continuando na sua trilha criminosa, vira réu pela segunda vez, agora na Lava-Jato. Cai nas garras de Sérgio Moro. Teria recebido 4 milhões em propinas da empreiteira OAS. Pronunciou-se: “Sou honesto. Só Jesus ganha de Mim”. Vai brincando com o nome do Senhor, Satânico. Sem poder, mulher se foi, e amigos, os da sua mão esquerda. Não desse conta do isolamento sobrevindo? Nem Diógenes foi tão cínico (figurado). Nada de novo sob o Sol para quem é ateu de berço, mas apóstolo de Cristo em período eleitoral. Caminhando como cidadão intocável e que “neste país não existe alma viva mais honesta”, lhe sobrevém outra ação penal, réu pela terceira vez. Leitor, não perca a conta. Aqui é visto como o grande lobista das empreiteiras e seus interesses externos patrocinados com dinheiro do BNDES. Cuba ganhou quase US$ 900 milhões. Enquanto isso deixou de concluir a transposição do Rio São Francisco e reconstrução das rodovias brasileiras como a BR-319 (AM), vital para o escoamento da produção agrícola. Como Pai presente, resolveu intervir no (des) governo da anta Dilma beneficiando o filhinho com R$ 2,5 milhões, lhe advindo a ação penal 4, a 5 no âmbito da Lava-Jato por recebimento de propina com Palocci. Tem mais: a questão do Sítio em Atibaia e seu Instituto com palestras e doações “me engana que eu gosto”. É pouco?

Síndrome do coitadinho. O sujeito se coloca como vítima e a culpa é sempre do outro. Perdido, o “amigo” apela em todas as linhas. A jurídica vem se mostrando vencida a despeito de o esforço. Inocente dispensa advogado. Não é o caso de Lulinha que tem uma banca (e que banca!). Cercou-se de um time composto por mais de vinte advogados. Alguém já ouviu falar em Dallari e Konder Comparato e Bandeira de Mello? Sem falar em outros consagrados e até um ex-ministro do STF. Essa é a banquinha do inocente. Somente um habeas corpus custou R$ 15 milhões ao Lula pobre. Não por menos que essa defensoria pública tem feito de tudo para livrar o gângster. Recorreu à ONU colocando Lulinha como vítima de “lawfare”, manipulação da lei contra alguém declarado como inimigo político. Foi até Harvard atrás de um professor renomado e veio (a banca) com uma “presunção de culpa”. E uma campanha “Por um Brasil justo para todos e para Lula”, claro viés de desigualdade. Como parte da estratégia de sua defesa, foi lançado o livro “O caso Lula — A luta pela afirmação dos direitos fundamentais no Brasil”. Não ria, leitor, é sério! Poderia ser “Lula e a espoliação do patrimônio nacional”. O alvo do livro é o juiz Sérgio Moro, para Lulinha um inquisidor, quer seu afastamento do processo e até (pasmem) a prisão dele. Agora é o peixe que pesca o anzol. Assédio processual. É o que tem feito a defesa de Lulinha. Manobras processuais infundadas com o fito de impedir a Justiça atingindo também a sociedade. O “amigo” é de uma amoralidade espantosa. Suscitou o “Queremismo de Vargas”, o povo o querendo de volta. “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão!”. Quer mesmo! Fez discurso no velório da mulher destacando a criação da CUT e do PT, somente depois lembrou a defunta: “Sustentou a barra”. Alma desalmada!

O cerco vem se fechando. Logo, e esse macumbeiro da política há de ser alcançado pela Justiça. Ouvi-lo, um enjoo. Cara deslavada com  discursinho surrado e anacrônico. Ladainha de quem não se reciclou e cuja plateia vem se resumindo a gatos-pingados padecidos pelo mal da alienação ou do interesse escuso igualmente. O Lula sindicalista e orgulho de um povo não passou de ficcionismo. Nu e cru e se revelou como outra “A Grande Mentira”. Réu em cinco ações penais e outros tantos indiciamentos, causa até estranheza o sujeitinho ainda solto. Corrupção passiva. Lavagem dinheiro. Tráfico de influência. Organização criminosa. Outros delitos. Nunca antes (na história deste país) e nosso Código Penal foi ignorado per si. Como pode alguém ainda lhe dar crença? Até Lúcifer tem seguidores, então… Pesquisa colocá-lo na dianteira presidencial não se sustenta. Primeiro: na lista somente havia desonestos. Se presentes um Joaquim Barbosa, Moro, Ellen Gracie e Cármen Lúcia (saias de respeito), e Lulinha cai para lixeira. Segundo: “Previsão política é loteria até para o dia seguinte”, dizia Tancredo Neves. Outubro de 2018: a essa altura ele vai estar cumprindo sua merecida pena. Em “O Impostor”, um escritor narra a história de um ex-sindicalista muito admirado pelos seus. Viajava pelo país emocionando pelos seus discursos.  — Esvaziou a si mesmo e reencarnou no fantasma que fabricou. Uma hipérbole monstruosa da impostura. Enganou todo um povo. Um exímio histrião —, Vargas Llosa. História verídica do espanhol Enric Marco, ou de Lula. Caricato e pantomímico. Uma piada. Findou-se nisso.

Quixotesco. — Vindo de outros tempos, mas no horário. Por amor às causas perdidas. Que os moinhos de vento sejam dragões e as vendinhas castelos e os comerciantes adversários. É Lula. Seu discursinho de há muito tempo vencido: Estado interventor e luta de classes e elite branca e blá-blá-blá. Um Dom Quixote moderno. Talvez nem seja nada disso, o sendo pela conveniência. Tem a si/seus inertes e os Sanchos Panças da vida que, embora conscientes da realidade, o seguem nas desventuras. Que a Lula sobrevenha a maior delas: Cadeia — ainda que tardia.

José Maria

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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Quem chega ao Povoado Santa Rita em Brejão, logo percebe que a tradicional Escola Intermediária João Cabral da Silva Filho está de cara nova, e não é só a mudança na renovação das cores, é que o governo municipal por meio das Secretarias de Educação e Obras, realizou recentemente a reforma de todas as instalações da referida unidade educacional, entregue pela antiga gestão, com sua estrutura bastante comprometida. O espaço foi contemplado com serviços de pintura, troca de parte do telhado, melhorias nas instalações elétricas e hidráulicas.

Atendendo a cerca de 400 alunos matriculados, a Escola João Cabral funciona nos turnos manhã e tarde, oferecendo  educação infantil (1º ao 5º ano) e ensino fundamental (6º ao 9º ano), com uma estrutura bastante ampla, composta de 11 salas de aula, pátio para recreação e eventos, biblioteca, quadra de esportes descoberta, sala de professores, diretoria, cozinha, almoxarifado, banheiros e espaços com acessibilidade, a escola que tem como gestora a professora, Everane Eulálio Rodrigues, conta sobretudo, com uma equipe de 34 profissionais que estão comprometidos com uma educação de qualidade e transformadora.

Outra ação importante, idealizada pela secretaria de educação, foi a reabertura de 3 escolas, fechadas no governo anterior, o trabalho tem como objetivo,  facilitar o acesso dos alunos que residem em localidades distantes.

Investir na melhoria da educação de Brejão, está entre as prioridades do governo municipal, a prefeita Beta Cadengue tem demonstrado disposição e muita determinação para trabalhar na solução dos problemas encontrados no município, além de contar  com a experiência e dedicação, do secretário Erivan Lopes e equipe.

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sábado, 08 de abril de 2017

Um homem de 49 anos morreu atropelado no final da manhã deste sábado (8), na Vila Ferreira, às margens da PE-218, no Município de Brejão no Agreste pernambucano.

De acordo com a Polícia Civil, a vítima foi identificada como sendo o José Roberto da Cunha que morava ali mesmo na Vila Ferreira. Populares informaram à polícia que, a vítima atravessava a rodovia quando foi atropelada por um veículo de cor branca. O motorista do veículo permaneceu no local até a chegada da polícia e foi apresentado na Delegacia Regional de Garanhuns para esclarecer o ocorrido.

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